Comentário sobre o texto "O carnaval neo-colonial de Diamantina"
Vi Diamantina em várias situaçoes.
No carnaval ela é uma prostituta que tudo aceita e dá.
Magistrados travestem, o sapo fica seco querendo molhar na perereca.
Jovens adultos dão tapas na pantera, garotas lindas procuram gatos e caçam.
Cachaças de origem controlada.
Alí, no carnaval, tudo é permitido porque traz muito dinheiro.
Mas como em toda transa depois do gozo vem o cheiro de sêmem ou a urina nas capistranas.
Xica da silva pirou o contratador
Vivam todos os vícios e virtudes.
Viva eu e viva tu, viva o rabo do tatu.
Juvenal Pereira.
fotógrafo

1 Comentários:
primeiramente, parabéns pelo Blog! Adorei o dia da poesia, mas acho que deveriamos ter programado alguma coisa na Fatinha ou na Pousada, nao? Agora, essas fotos de pin hole estao simplesmente o mmmaaaxxxiimo!! Que beleza! E viva a tecnologia! bjim, cris.
Postar um comentário
Assinar Postar comentários [Atom]
<< Página inicial